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Filme sobre ex-ativista gay que se torna pastor estreia cercado de polêmica. Assista o trailer

Publicado dia 08/03/2017 às 10h56min | Atualizado dia 08/03/2017 às 18h46min
Filme sobre ex-ativista gay que se torna pastor estreia cercado de polêmica. Assista o trailer

Filme sobre ex-ativista gay que se torna pastor estreia cercado de polêmica.

O elenco é de primeira, com vários atores famosos, mas o filme “I am Michael”, enfrenta dificuldades de distribuição nos Estados Unidos. Finalizado dois anos atrás, ele só entrou em cartaz em fevereiro de 2017, em um circuito muito restrito.

Um dos motivos para os problemas para chegar aos cinemas é a sua temática. O longa conta a história real do ex-ativista homossexual Michael Glatze (James Franco) que se converte e muda de vida.

Após começar a frequentar uma igreja a convite de um amigo, Michael rompe com seu companheiro Bennett (Zachary Quinto) e começa a namorar uma mulher (Emma Roberts).

Dizendo-se curado por Deus, passa a defender que é possível alguém ser ‘ex-gay’. Ao rejeitar seu estilo de vida homossexual, experimenta uma grande transformação. Acaba se dedicando a estudar a Bíblia e, poucos anos depois, se tornando pastor.

O filme descreve a jornada espiritual de Glatze enquanto procura por Deus. Jornalista por formação, Glatze foi fundador da revista Young Gay America, e ganhou muitos prêmios pelo seu trabalho. Contudo, diz que não estava satisfeito.

“Comecei a perceber algumas coisas que eu jamais imaginava, como o fato de que eu estava liderando um movimento de pecado e perversão. Essa descoberta não foi baseada em dogmas religiosos, cheguei a essa conclusão por mim mesmo. Ficou claro para mim, enquanto eu pensava sobre isso que o homossexualismo nos impede de achar nossa verdadeira personalidade. Quando estamos na cegueira do homossexualismo, não conseguimos ver a verdade”, escreveu ele em um relato, enfatizando que a aproximação com a religião ocorreu depois.

No filme, que foi produzido como uma obra biográfica e não religiosa, a história é contada em duas partes. A primeira mostra os sete anos que Michael viveu em meio comunidade LGBT e as muitas cenas de homoafetividade deverão desagradar os evangélicos. Segundo as críticas isso só aumenta o contraste com a segunda metade, quando ele passa por uma mudança profunda que afeta todos ao seu redor. Como era esperado, a produção foi massacrada pela crítica, que o acusou de ser “panfletário” e “homofóbico”.

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Fonte: https://www.facebook.com

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